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sexta-feira, 20 de abril de 2012

EXPOSIÇÃO "BH Indie Music - 5 Edições"








Exposição de fotos das cinco edições do festival BH Indie Music. 

Registros fotográficos de Marcus Ganndu, Naty Rodrigues, Marco Aurélio Prates e Rafael Lossëelin. 

Exposição realizada no Matriz em 18 de outubro de 2011. 

Músicas utilizadas no filme: 
Curse (Deia Carvalho) - Banda: Ek-verTep What do you want (to do)? (Edison Elloy) - Banda: Dmor 

Gravação: Livia Rangel / Edição: Malu Aires 

Realização: BH Indie Music

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

V BH Indie Music - A Última FESTA

Nesta terça-feira, à partir das 20:30H acontece a FESTA de Encerramento do V BH Indie Music e a comemoração de 5 anos do projeto BH Indie Music. 

A festa acontecerá no Matriz e reunirá os principais artistas independentes locais que já se apresentaram no festival, além do público, amigos e colaboradores do festival.

Com discotecagem indie e pocket shows, o grande destaque será a exposição de fotos que contará a história das últimas 5 edições do festival em imagens captadas por Marcos Ganndu, Marco Aurélio Prates e Natália Rodrigues.



visite o blog do festival


terça-feira, 11 de outubro de 2011

V BH Indie Music por Edison Elloy


V BH Indie Music por Edison Elloy



Edison Elloy é compositor, líder da banda Dmor, produtor musical, poeta, blogueiro, um artista independente.
A Dmor participa do festival BH Indie Music desde sua primeira edição.
Elloy  é colaborador do BH Indie Music e escreve no blog Bandas Independentes sobre as bandas que tem conhecido por discos e shows ao vivo no BH Indie Music. 
No V BH Indie Music ele estará presente em toda a platéia do festival. Atento e silencioso.
Crítico e apaixonado pela música. 
No bolso, um bloquinho de anotações (precursor do twitter). 
Na cabeça, idéias e sensações.
Compartilhadas com a gente.
1ª SEMANA
Sábado dia 10 de setembro e Domingo dia 11 de setembro de 2011 no V BH Indie Music
Apresentações: Ek-Vertep (Suzano-SP), Los Ciegos (Ribeirão Pretos-SP), Os Selvagens (Ouro Preto-MG), Os Decréptos (BH-MG) e Junkbox (BH).
Local: Centro Cultural Nem Secos

LEIA
2ª SEMANA

Sábado dia 17 de setembro e Domingo dia 18 de setembro de 2011
Apresentações: Simples (BH), Mezbeth (Vespasiano MG), Fred Inglez (Rio de Janeiro),  Cuatro (BH), Chapeleiro Maluco (BH), 9'S Fora Rock (BH) e Hotel Catete (BH).
Local: Centro Cultural Nem Secos

LEIA
3ª SEMANA
Sábado dia 24 de setembro e Domingo dia 25 de setembro de 2011
Apresentações: Monster Groove (Nova Lima-MG), Groove a Toa (Ribeirão das Neves-MG), Plame (Diadema-SP), Favela Groove (Santa Luzia-MG), Dead Vines (Belo Horizonte-MG), Dmor (Belo Horizonte-MG) e Irônika (Belo Horizonte-MG).
Local: Centro Cultural Nem Secos.
4ª SEMANA

Sábado dia 01 de outubro e  Domingo dia 02 de outubro de 2011 no V BH Indie Music
Apresentações: Stat-K (Rio de Janeiro-RJ), Paz-Me (Belo Horizonte-MG), Baader (Rio de Janeiro-RJ), Treze Provisório (Belo Horizonte-MG), Baader (Rio de Janeiro-RJ), Zero9 (Rio de Janeiro-RJ), Spartakus (Belo Horizonte-MG) e El´son da Terra (Sete Lagoas- MG).
Local: Centro Cultural Nem Secos
5ª SEMANA
Sexta-feira dia 07 de outubro e  Sábado dia 08 de outubro de 2011 no V BH Indie Music
Apresentações: Consciência Suburbana, Os Decréptos, Dead Vines, Irônika, Himalaia (RJ) e Milhouse (RJ).
Local: Matriz (sexta-feira)
Local: Centro Cultural São Geraldo (sábado)
6ª SEMANA

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

V BH Indie Music: [AGENDA] TERCEIRA SEMANA


V BH Indie Music
TERCEIRA SEMANA ....DE 20 A 25 DE SETEMBRO
20SET
.OFICINA PRODUÇÃO INDEPENDENTE
Direção: Malu Aires
Dias: 13/0920/09, 27/09, 04/10, 11/10
Horário: 19:00 às 22:00  
Vagas: 12
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
24SET
....WORKSHOP Presença de palco...................Performance gestual para músicos
Direção: Helen Novais
Dias: 17/09, 24/09, 01/10, 08/10
Horário: 14:30 às 17:00
Vagas: 
12 
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
22SET
....shows e performances
........V BH INDIE MUSIC
foto James
...ANÖREXIA Contagem MG 22:15H
O Anörexia surgiu em 2001 no bairro Nacional em contagem, tem influências das bandas Silverchair,Alice in chains,Nirvana...passou por várias e várias formações, mas se firmou e segue se apresentando.
Não encaixam o estilo da banda em nenhuma vertencia, mas apenas no bom e velho rock n roll, com um som mais alternativo e letras de peso.
foto Márcio Novais
...ROCK D'LA RUA Belo Horizonte 23:15H
A banda surgiu em 2001 e tem um estilo Metal Rock Punk mas sem deixar o jeitinho mineiro de fazer música. As principais influências são Ramones, Raimundos, Mamonas, Titãs e Tianastácia. A banda Rock D'La Rua tem se apresentado em casas de shows que abrem oportunidades ao Rock Independente em Belo Horizonte.
foto Rosane Catão
...ELETROLISE Belo Horizonte 00:00H
A banda Eletrolise desde 2008 vem escrevendo sua história em Belo Horizonte/MG onde estão fazendo rock n' roll com influências nacionais e internacionais, mostrando um trabalho novo pra quem curte acompanhar a evolução do rock ao longo dos tempos.
ONDE
quinta-feira
Horário: 21:30 horas
Shows das bandas ROCK D'LA RUA (BH), ELETROLISE (BH) e ANÖREXIA (Contagem MG).
ENTRADA: R$10 (na hora) R$8 (antecipados)
Local: Casa Cultural Matriz
Rua Guajajaras, 1353 - Lourdes

MAPA
24SET
....shows e performances
........V BH INDIE MUSIC
foto Liliane Oliveira e Bernardo Ribeiro
...MONSTER GROOVES Nova Lima MG 18:15H
Banda fundada em 2010 por Bernardo Ribeiro e Eduardo Araújo.
A Monster Grooves explora o funk (americano), lounge, acid jazz, soul e estilos afins, fazendo misturas dançantes em canções próprias de sonoridade rara no cenário musical brasileiro.
Em maio de 2011 lançam o primeiro EP independente. Entitulado apenas de “Monster Grooves”, o EP conta com 6 faixas, incluindo “Monsters In The Attic” e “Juggler” - canções mais ouvidas na internet.
foto Renato Cobucci
...FAVELA GROOVE Santa Luzia MG 19:15H
A banda Favela Groove foi criado em 2007 por dois músicos e compositores, Léo Inseto e D.B. Os dois resolveram unir idéias e talentos e criar a Banda Favela Groove visando buscar novos objetivos e inserindo dentro da música o conceito de que não é necessário usar de uma linguagem estritamente voltada para a violência gratuita para se ter uma pregação política e social ou a banalização das “bundas” para conquistar o público.
foto Sabrina Bento
...GROOVE Á TOA Ribeirão das Neves MG   20:15H
Formada em 2009, a banda Groove á toa trás a essência do bom rap mesclado a doses de rock setentista e a riqueza do funk.
Atualmente o Groove á toa é: Monge Mascavo e The Lan Matarazzo o vocal, Chirlei Mascavo na bateria e vocal, Somah no contra-baixo, Wingles Max na guitarra e Dj Duloo Siciliano.
foto Leandro Plame
...PLAME São Paulo 21:15H...
Bom, tudo começou quando duas bandas de Hardcore chegaram ao fim. Os integrantes Michel, Allan e Leandro (Ex-Positive Hi-Fi) se reuniram com Junão e Bonão (Ex-The Voice) para montar o Plame. Esse encontro aconteceu em um show das bandas Garage Fuzz e Dead Fish, em São Caetano do Sul. Hoje a banda escreve letras de acordo com os momentos, verdades e retratos de um cotidiano vivido por cada integrante.
ONDE
sábado
Horário: 17 às 22:00 horas
Shows das bandas MONSTER GROOVES (Nova Lima MG), FAVELA GROOVE (Santa Luzia MG), GROOVE Á TOA (Ribeirão das Neves MG) e PLAME (São Paulo).
ENTRADA FRANCA (leve 1 kg de alimento ou 1 livro para doação) 
Local: Centro Cultural Nem Secos
Rua São Salvador, 9 - Bonfim

MAPA
25SET
....shows e performances
........V BH INDIE MUSIC
foto Marcos Ganndu
..CONSCIÊNCIA SUBURBANA Belo Horizonte 18:15H
A banda Consciência Suburbana surgiu dia 18 de junho na até então pacata zona leste de Belo Horizonte. Punk Rock, a banda aborda temas do cotidiano, cantados em português.
Em sua discografia traz cd's próprios e participações em coletâneas como Rotten Zine (SP, 2003), Eu tentei - Volume 2 (RJ, 2001), Compilado Punk - Volume 4 (Argentina, 2010), Sem Fronteiras (Brasil/Colômbia), Coletâneas Virtual PunkHardcorecrust Attack (Sergipe), Punk All Punk (Goiânia), Principio y Fin, Acracia Zine(Argentina).
foto Naty Rodrigues
....DEAD VINES Belo Horizonte 19:15H
A tríade de Rock'n Roll surgiu em 2005, influenciada pelo Punk Rock e Grunge viscerais dos anos 80 à 90! Traz letras fortes e marcantes, baseadas nas ilusões e desilusões do dia a dia. E este ano está lançando o seu 1º E.P.intitulado de "KAOS"...
foto Marcos Ganndu
....DMOR Belo Horizonte 20:15H
Dmor, criada em Belo Horizonte com um album lançado (Humanic-2002) e participação em coletaneas, alem do Ep D-one (2007). É uma banda de rock contemporanea, mas não se furta em buscar em referencias solidas suas influencias, contudo, mistura, desconstroi e reinventa a partir de sua formação, atualmente um trio com Edison Elloy (voz/contrabaixo). Todo o processo criativo da banda tem como finalidade a composição de canções simples na essência, mas que sejam expressivas tanto melodicamente quanto em relação ao seu texto. A complexidade da mente humana, seus atos, expectativas e sua condição são abordados de forma metaforica e poetica. Letras cantadas em ingles, simplesmente porque a estética de suas canções está na origem do estilo que executam. Um trio de rock básico que se empenha para em acordes livres brindar ouvidos e mentes com canções sinceras e honestas.
foto André de Araújo
....IRÔNIKA Belo Horizonte 21:15H
Banda mineira, safra 2000. Rock n roll simples, direto e sing alongs (vocais em coro). Punk rock explosivo diretamente influenciado por bandas punks antigas, The Specials e bandas californianas. Embora tenha germinado suas raízes na musicalidade terceiro mundista do ragga, reggae e ska, o Irônika viu no punk rock a válvula de escape certa para desabafar suas músicas sobre delinquência juvenil, festas e criminalidade. A banda já pegou a estrada percorrendo o interior de Minas, São Paulo e até nordeste do Brasil. O Irônika é formado pelo quarteto Bruno Luiz, Jr. Skiter, Pedro Vasseur & Mauro Novaes - rock' n roll e niilismo de Belo Horizonte.
ONDE
domingo
Horário: 17 às 22:00 horas
Shows das bandas CONSCIÊNCIA SUBURBANA (BH), DEAD VINES (BH), DMOR (BH) e IRÔNIKA (BH).
ENTRADA FRANCA (leve 1 kg de alimento ou 1 livro para doação) 
Local: Centro Cultural Nem Secos
Rua São Salvador, 9 - Bonfim

MAPA
REALIZAÇÃO INDEPENDENTE
BH INDIE MUSIC
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FESTIVAL
acompanhe
http://vbhindiemusic.blogspot.com

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

[Resenhas] V BH Indie Music - shows da 1ª semana

Edison  Elloy marcou platéia nos seis shows da 1ª Semana do V BH Indie Music e presenteou a gente com suas impressões sobre o que viu/assistiu nestes primeiros dias de festival nos textos abaixo.
As fotos são de Marcos Ganndu, nosso parceiro e colaborador do festival há muitas edições e milhares de imagens.
Os shows aconteceram no Centro Cultural Nem Secos, onde o festival será realizado todos os sábados e domingos até 16/10.

Se você esteve nos shows e quer compartilhar com os leitores do blog suas impressões, escreva e mande pra gente: bhindiemusic@gmail.com

Confira a resenha do Edison.


Sábado 10/09
Apresentações: Ek-Vertep (Suzano-SP), Los Ciegos (Ribeirão Pretos-SP), Os Selvagens (Ouro Preto-MG) e Os Decréptos (BH-MG)

Noite de estréia dos paulistas da Ek-Vertep, nova banda da baterista (ex-Maquiladoras), Déia Carvalho (vocalista e violonista), Johnny Medina (baixista) e Zé Ronconi (baterista, percussionista e vocalista). Um trio em total sintonia com a música e outras possibilidades sensoriais de expressão. Usam a pintura, em performance de Johnny Medina, usam projeções visuais, não apenas para ilustrar suas canções mas antes para instigar as mentes que buscam desafios. Três excelentes músicos, executam canções que não precisam ser classificadas, podem se auto-denominar uma banda de rock, mas estão lá elementos de folk, jazz. Está a canção na voz segura de Déia Carvalho, conduzindo apartir de seu violão, também turbinado com distorções e efeitos em melodias que envolvem e instigam. 

Los Ciegos, cantam o que sempre com sinceridade nasce da intenção de amigos ao decidirem formar uma banda. Cantam música honesta. A força da amizade faz com que  Eduardo Vidal (guitarra/voz) Rodrigo Henrique (guitarra/voz), Gabriel Pugliani (bateria), João Pitombeira (baixo), viagem por sete horas, apresentem-se e retornem para casa com a certeza do dever cumprido. Guitarras e texto fortes. Arranjos que remetem ou simulam um rock básico, engano. Canções muito bem arranjadas. "Vamos brincar de rir de inimigos". Los Ciegos simulam em canções, para forjar em seus textos nosso cotidiano almejado, tudo está lá nas entrelinhas de cada canção. Riffs e arpejos que marcam tem sempre lugar de destaque e eles sabem elaborar passagens que um cego não pode ver,  mas ouvidos atentos percebem. Apresentação sincera e correta, voltaram cansados para casa, mas voltaram felizes.

Estruturas sociais decadentes, instituições obsoletas em seu modo de pensar e agir. Fim de utopias, políticas neo-liberais derrotadas pelas evidências de seus equívocos e falhas. O punk rock da banda Ouropretana Os Selvagens, bate em todos os que alimentam ou sustentam estas estruturas tortas. Apresentação visceral, grita-se pelo que se acredita e também contra tudo o que perturba e incomoda. Refrões que dizem o que precisa ser absorvido por aqueles que ainda estão dormindo. Mas, não há como ficar parado ao som de punk rock de verdade. Ulysses - (vocal), Fabiano (guitarra), André Estanislau (baixo e voz), Douglas Dexter (bateria). Executaram canções e exorcizaram demônios, principalmente de seguidores fiéis, que vieram da histórica Ouro Preto acompanhando a banda. Forte e visceral, marcaram sua presença no festival.

Os Decréptos, outra banda representante do punk rock, já pela segunda vez participando do BH Indie Music, são escolados. Rodrigo Decrépto (bateria) lidera a banda que canta principalmente sua intenção maior que é sobreviver. Sobreviver a tudo e a todos. Daniel (voz), Gustavo (guitarra), Fábio (guitarra) e Diego (baixo) compõem o time que cantam o cotidiano, a boêmia e o terror trash. Mas está lá também a fala social, tenha certeza. Fuga? Não, apenas pausa para retomar fôlego e continuar a marcha. A banda se apresentou desfalcada de seu vocalista, mas com ex-membros e fãs atentos, levou à platéia o que ela esperava, punk rock e diversão.

Domingo, 11/09
Apresentações: Junkbox (BH) e Ek-Vertep (Suzano-SP)


Abre a noite de domingo com a clareza cristalina de mezzo-soprano, Malu aires, a voz, guitarra e mente diante da Junkbox entoa e evoca em suas mensagens lançadas ao mar o canto dos lúcidos. Sonorizações difusas e propositalmente sujas, confusas, simulação de uma babel contemporânea. Rafael Dinamarque (baixo), preciso. Como a dizer: Malu, faça o que desejar com sua voz e sons de sua guitarra. Estou aqui. Daniel Pertence (bateria), analógica e eletrônica. Desenhando em sonoridades personais, os fantasmas, as tensões e a busca de ar após a nervosa e avassaladora força expressiva de sons e vozes. A cantar o profundo e insondável em cada um, ao provocar uma indesejada pausa na respiração para avaliar. Esta é a vida possível? Uma apresentação precisa e contundente, em dinâmicas que alternam a suavidade de lamentos e certezas com a fúria e força de decisões e repúdio ao mal, à hipocrisia e à falsidade. Tudo lá, diante dos que não dormem mais tão desprotegidos assim, ou pelo menos desavisados após a canção de ninar possível. Afinal não são dias serenos e calmos que vivemos, ao contrário são repletos de expectativas incomodas e incertas. Noite de domingo especial, arte em sons, imagens e intensas doses de realidade. 

Ek-Vertep, apresentação com a mesma força expressiva da noite anterior, porém depois da estréia, muito mais tranquila para os músicos da banda, descontraída, Déia Carvalho, esquece seu capotrasto, faz seus companheiros de banda improvisarem e sorri. As falas de Johnny Medina (baixo) durante sua performance com tintas e pincéis ao ilustrar seu segundo painel em BH, talvez um Franknstein, buscando como todos e sempre a aceitação e libertação dos limites físicos e pré estabelecidos. Johnny Medina, pedia aplausos e a platéia retribuía agradecida pela noite cheia de arte e sensações outras. Sim, vale sempre sim, sair e viver. Viver e ouvir canções, vozes e sons que apenas a mente de cada um concebe diante das expressões vindas de um palco, ou ali como fez Ek-Vertep, com projetor e papéis em branco e prontos para a forma que a eles fosse determinada. Salve os que podem adentrar à caverna depois das visões e percepções adquiridas. Salve a música e os que dela se alimentam.

por Edison Elloy
fotos Marcos Ganndu






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